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novembro 23, 2004
O fim de um mito
Aqui.
Publicado por João Pedro da Costa às novembro 23, 2004 11:23 PM
Comentários
Qual fim do mito? Não vi fim do mito nenhum. O que eu vi foi um coelho entupido de Xanax para suportar a ideia de ter sido abandonado por ti. Já o que eu vejo aqui são coelhos conscientes do seu dever de serviço público para animar a realidade quotidiana da malta (ou que então sucumbiram à ideia de encontrar as suas 70 coelhinhas no grande refogado no céu).
Publicado por: PN em novembro 24, 2004 12:12 AM
:-))))
O mito não termina. Acho que o coelho encontrou o paraíso sem ter de se matar (e daqui deduzo que todos os suicide bunnies são muçulmanos).
Publicado por: 1poucomais em novembro 24, 2004 12:39 AM
Queres dizer que são fundamentalistas islâmicos, possivelmente (a questão é delicada).
Publicado por: derFred em novembro 24, 2004 12:55 AM
AH AH AH!!!
Essa é boa! Depois dos coelhos suicidas e dos coelhinhos maluquinhos vem agora os coelhinhos mulçulmanos...
Publicado por: Pedro em novembro 24, 2004 01:03 AM
Encontre-se atrás do coqueiro da ilha uma coelhinha das prometidas no Além dos Coelhos, e ter-se-á a prova (e ainda bem que não lêem isto nos países árabes, ou fulminavam-nos com uma daquelas penas à la Rushdie).
Publicado por: 1poucomais em novembro 24, 2004 01:13 AM
É a excepção que confirma a regra!
Publicado por: cap em novembro 24, 2004 01:24 AM
Eu não quero ser chato, mas a esmagadora maioria dos muçulmanos não são fundamentalistas. A título de exemplo, as Odes ao Vinho (Rubaiyat), de Omar Khayyam (Pérsia, séc. XI), são uma apologia do sensual e do terreno. Muito sensual e muito terreno.
Publicado por: derFred em novembro 24, 2004 02:18 AM
Desculpa, mas estás a ser mesmo chato (brincar)! Também há Judeus que não são forretas... Mas não interessa para nada... Portanto, os coelhos mulçulmanos são fundamentalistas e não interessa nada que no séc. XI tenha havido um mulçulmano que não era fundamentalista!
Publicado por: Pedro em novembro 24, 2004 02:40 PM
Mas isto começa com o coelhinho na ilha que não existe, coisa lírica e doce, e acaba em nas apologias do "sensual e terreno". Onde é que vamos parar...?
Publicado por: Emiéle em novembro 25, 2004 08:26 PM
Espero que num sítio sossegado e quente. :))
Publicado por: João Pedro da Costa em novembro 25, 2004 09:33 PM