« Sem ondas, o melhor disco de 2004 | Entrada | Uma casa branca é um cavalo branco é uma casa branca »

janeiro 03, 2005

Estratégias Oblíquas

obliquebox


«Em 1975, Peter Schmidt e Brian Eno criaram o primeiro baralho de cartas das Estratégias Oblíquas a partir de uma reflexão sobre a abordagem do seu trabalho, respectivamente, como artista plástico e músico. Trata-se de um baralho de mais de cem cartas. Cada uma delas sugere uma via de acção ou de pensamento para auxiliar em situações criativas [...].»

Brian Eno: «As cartas evoluíram a partir da observação dos princípios subjacentes ao nosso trabalho. Umas eram reconhecidas à posteriori (o intelecto após a intuição), outras eram identificadas no momento e outras ainda resultavam de formulações. Podem ser utilizadas como um conjunto (uma série de possibilidades continuamente revistas no pensamento) ou podem baralhar-se, retirando-se uma única carta, quando há um dilema em determinada altura do processo de trabalho. Neste caso, deposita-se confiança na carta ainda que a sua aplicabilidade não seja de todo clara. As cartas não têm a última palavra, uma vez que surgirão novas ideias e outras se tornarão evidentes por si mesmas.»


Passo a explicar.

Brian Eno (músico e produtor) constatou que tanto ele como o seu amigo Peter Schmidt (pintor) tinham uma série de princípios de trabalho por que se regiam nos momentos de pressão: quando o tempo urgia num estúdio de gravação pago a peso de ouro ou quando era necessário acabar os quadros para uma exposição. Schmidt e Eno perceberam que a pressão imposta pelo tempo os desviava dos processos mentais mais produtivos que seguiam na ausência dessa pressão. A função das Estratégias Oblíquas era, inicialmente, sugerir: «Não te esqueças de que podes seguir esta via»; «Não te esqueças de que podes seguir aquela via».

A primeira Estratégia Oblíqua de Eno, dizia: «Reconhece no teu erro uma intenção oculta». Na mesma altura, quando um ainda não tinha consciência dos processos utilizados pelo outro, Schmidt escrevia: «Foi efectivamente um erro?».

Eno reuniu cerca de vinte frases deste tipo; Schmidt tinha um caderno com anotações relativas à pintura. Ficaram muito surpreendidos quando descobriram que usavam um sistema semelhante e que muitas das frases eram coincidentes. Decidiram encontrar uma forma de fazer chegar essas mensagens a outras pessoas e publicaram-nas na forma de um baralho de cartas.


O que pretendo.

Gostaria que cada um de vocês apresentasse uma única estratégia oblíqua. Não há pressa, levem o vosso tempo. É fundamental que o aforismo tenha um carácter genérico, abrangente, evitando o calão e as piscadelas de olho. De resto, liberdade é a palavra de ordem. A intenção é publicarmos aqui as frases que enviarem. Divirtam-se.


NOTAS

1. A ideia não é original; aqui encontrarão as verdadeiras Estratégias Oblíquas.

2. Post elaborado a partir de textos dos dois sites que encontraram através das hiperligações (a tradução é minha).

Publicado por derFred às janeiro 3, 2005 06:10 AM

Comentários

(Prolegómeno: derFred, estou sem SMTP, isto é, recebo e-mails, mas não consigo enviá-los. Podes agradecer à Netcabo...)

Magnífico Post.

Recomendo sobretudo o primeiro hyperlink, no qual se pode ler efectivamente as estratégias das 4 primeiras edições das cartas. São todas geniais (a sério), mas há uma que me dexou absolutamente parvo (de tão lúcida): «Is it finished?».

Ok, deixo aqui a minha estratégia (em Inglês, para ser fiável ao estilo seco e aforístico da coisa):

- Take one step back. Then focus.

Publicado por: João Pedro da Costa em janeiro 3, 2005 06:28 AM

Começamos bem o ano...
- Take one step ahead. Then fly, if you can.
Desculpa, JP, mas estou com uma enorme preguiceira mental. Desculpa derFred, mas só hoje regressei à vida normal e ainda estou um bocadinho desajustado. Bom dia. A vida é bela. Não é?

Publicado por: sharkinho em janeiro 3, 2005 10:31 AM

Começamos bem! São os dois muito bons.
(Eu ainda não tenho nenhum.)

Publicado por: derFred em janeiro 3, 2005 11:33 AM

Interessante a ideia, o que li em transversal, o que me pareceu ser um apelo à imaginação, um deixar respirar a criatividade, uma via alternativa. um fazer tb dos limões limonada numa forma mais prosaica de dizer (e incompleta, sei-o bem).
hum, vou ler melhor mais tarde e escrever quando tiver lido isto em melhores condições de tempo e disponibilidade mental, é melhor não me alongar mais; mais tarde, após ter lido o texto todo posso entrar em contradição com o q escrevi antes de o ler com atenção ;)
Agora simplesmente foquei-me em palavras chave.
focus, criatividade, repensar, algures uma meta-criatividade...

Publicado por: vague em janeiro 3, 2005 12:41 PM

Tive agora noção de que nestes comentários as Estratégias Oblíguas já estão a funcionar.
O JP criou uma proposição (excelente) e a partir dessa o Sharkinho criou outra (excelente). É isto. As Estratégias são como que interruptores, neurotransmissores, que abrem vias de pensamento. É muito interessante. E pode ter múltiplas aplicações. O mote está dado. A Vague estava a querer ir-se embora, mas não conseguia, porque se sentiu estimulada pelos dois comentários anteriores. É giro, não é?

Publicado por: derFred em janeiro 3, 2005 01:50 PM

O mote está dado, e nem sabem como vem a calhar aqui para a minha pessoa. Mas hoje precisava de um baralho inteiro de estratégias.
A única que me vai sair por ora (já a usei hoje) é "no meio de uma discussão, não digas nada que possa vir a ser usado contra ti".

Publicado por: 1poucomais em janeiro 3, 2005 01:58 PM

Para terem uma ideia do que é tirar uma carta deste baralho, no post abram a hiperligação "aqui", depois escolham o capítulo "Oblique Strategies" e a seguir cliquem em "Oblique Strategies chooser", no quarto parágrafo. Carreguem em "Ramdon Card".

Publicado por: derFred em janeiro 3, 2005 02:01 PM

Saiu-me a três: Are there sections? Consider transitions.
Esta deixou-me um tudo nada obliquado...
Mas eu posso reagir em conformidade.
Transitar para onde? Secção de despacho.

Publicado por: sharkinho em janeiro 3, 2005 02:44 PM

Excelente ideia.
Lembrei-me assim de três (em português, peço desculpa, mas é em português que penso nelas quando preciso).
"O material tem sempre razão." - muito útil quando estiverem a lutar com qualquer máquina.
"Pensa. Depois, decide."
"Se alguma coisa não te parece estar suficientemente bem feita, é porque efectivamente não o está."

Publicado por: M. em janeiro 3, 2005 03:03 PM

Boa...só tu te lembrarias de nos pôr a pensar...deixa cá ver...já volto, não sei bem quando, isto dá trabalho...

Publicado por: Mar em janeiro 3, 2005 03:51 PM

Olhem lá...segui o périplo do derFred e saiu-me "Make a blank valuable by putting it in a exquisite frame"...os gajos são fantásticos, hein...

Publicado por: Mar em janeiro 3, 2005 03:58 PM

'quem não sabe, não mexe' . (não é minha a frase, já é velha, mas serve para não responder a este post...:DDD)

Publicado por: catarina em janeiro 3, 2005 04:06 PM

Segui o link. Saiu-me uma grande verdade (ainda hoje a constatei): "the most important thing is the easiest to forget".

Publicado por: 1poucomais em janeiro 3, 2005 04:23 PM

Para simplificar: http://music.hyperreal.org/artists/brian_eno/oblique/oblique.html

Publicado por: derFred em janeiro 3, 2005 04:47 PM

Desculpem mas também só penso em português. :(

"Só tenho um problema se tiver solução para ele."
"Não se inventa. Inovar é re-escrever a forma."
"As ideias estão em todo o lado.Olha."
"Descobrir o lado humorístico nos maus momentos."

Publicado por: maria árvore em janeiro 3, 2005 08:33 PM

Voltei a não ler com tempo, mas se posso anarquizar um pouco e já q o tema é a criatividade posso ;) lembro-me da aula de filosofia que o professor nos deu no campo de futebol do liceu. 'Hoje a aula é nas bancadas do campo de futebol'. Foi há tantos anos mas não esqueci. Fantástica esta estratégia oblíqua, não? ;)
(Ou só possível pq o professor era de filosofia?
E agora lembrei-me do Clube dos Poetas Mortos)

Publicado por: vague em janeiro 3, 2005 10:50 PM

Quando começo às voltas à procura de qualquer coisa e derivo dos locais lógicos para os ilógicos, paro e volto ao primeiro local. Ou está lá e confirmo que não a procurei com a devida atenção de cada vez que lá voltei ou então o primeiro local foi a primeira fuga ao primeiro pensamento que é: está escondido pelo que fiz a seguir.

Não encontro em mim a frase que sintetiza esta descrição...help!

Publicado por: João Ribeiro em janeiro 3, 2005 11:50 PM

- Espera, reescreve: talvez não seja tão genial como isso.

- Avança: a primeira impressão é a mais expressiva.

Publicado por: Onan em janeiro 4, 2005 12:10 AM

O lugar onde estavas antes é o melhor para procurar o que queres. Serve, João Ribeiro?

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 12:22 AM

- Há coisas no mundo que não se comparam e as coisas são uma delas.

Publicado por: João Pedro da Costa em janeiro 4, 2005 12:24 AM

Um ponto de ordem à mesa.
As regras são claras - uma única estratégia oblíqua. Porquê? Precisamente para procurarem o essencial. O mais importante.
Podem deixar aqui as proposições todas que quiserem, mas no fim vão ter de escolher uma.
(estou a gostar muito das vossas intervenções)

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 12:37 AM

Tou cegueta! Só agora percebi que este post é do derFred e não do JP! Desculpa, Fred.
A minha intervenção a sério ainda não chegou. Mas também estou a gostar imenso do que tem sido dito; dá vontade de copiar para um grupo de folhinhas e tirar ao acaso, em momento de desespero :D

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 01:02 AM

Obrigado pelo elogio, Azul.
As tuas intervenções têm sido muito interessantes e no espírito da coisa.

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 01:25 AM

João Ribeiro, porque não tentas encontrar uma estratégia oblíqua para resolver o teu problema?

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 01:34 AM

Serve 1poucomais, serve. Mas só até ao momento em que ninguém a desviou, à coisa, do local a que me(te) refiro(referes). Mas agradeço e aceito. Ordem na mesa não é? Com tanto papel a cobrir outro tanto...

Tenho outra que era uma frase do meu avô, não é minha e estou a tentar passá-la sem ter que decidir por ela: quanto mais se sabe mais se esquece.

Publicado por: João Ribeiro em janeiro 4, 2005 01:36 AM

Derfred a questão é que a estratégia deixa de resultar quando alguém entra em jogo e não o admite nem tenho como o comprovar...a frase era mesmo:

Se já procurei por todos os lugares é porque está no primeiro lugar.

...custa-me é pensar que estou a "empurrar" o desencontro para terceiros; mania da autosuficiencia, mania de que o erro é sempre mais meu que dos outros...

Publicado por: João Ribeiro em janeiro 4, 2005 01:42 AM

(Então não te zangaste com a troca da autoria do post, derFred? Ainda bem! :-))))

Outras:
- não fales antes de pensar se o que vais dizer faz mesmo falta (muito útil em longas reuniões)
- ouve, e só a seguir fala (útil em muitas outras ocasiões)

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 01:47 AM

Estava a pensar que este tipo de estratégias tem o seu quê do velho preceito (protestante, creio) de abrir a Bíblia e ler a primeira frase que lá virmos em caso de não sabermos o que fazer. Ou até mesmo de lançar cartas para saber como agir. Este sistema de estratégias oblíquas é bastante mais eficaz, creio ;)

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 01:50 AM

Só é mais eficaz no sentido em que utiliza uma linguagem e um imaginário contemporâneo e não pretende ser um oráculo mas sim uma espécie de lufada de lucidez.

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 02:00 AM

João, e agora se voltasses essa frase para fora:
Se já procuraste...

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 02:02 AM

Isso mesmo.

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 02:03 AM

D'accord.

Só que hoje...dá-me para esta:

Se já procuraste e não encontraste, é porque só, não podias encontrar.

Pardonnez moi, je fais pas exprès...
Voilá! Merci bien, quand même.
Maintenant je vais faire dodo. À demain.

Publicado por: João Ribeiro em janeiro 4, 2005 02:21 AM

Vou tentar aproximar-me mais um pouco do espírito do post.


Sente o apelo do precipício, do negro, da vertigem e da libertação. Antes de saltares, olha para trás, recua e vai embora.


(Está longo, é ainda um esboço, o traço linear do essencial___________________fica para depois.)

Publicado por: vague em janeiro 4, 2005 07:19 AM

Shiufff....todos tão geniais, produtivos, criativos, eu continuo em branco e, a propósito, só me ocorre uma:

Se não sabes o que dizer, cala-te.
Prontes! Humpf!

Publicado por: Mar em janeiro 4, 2005 09:18 AM

Mar, eu também ainda não tenho uma estratégia. Há-de vir.

Publicado por: derFred em janeiro 4, 2005 12:34 PM

"Há-de vir".
Não achas uma boa estratégia derFred??
A minha, tirando o estar calada, continua sem vir, mas também com a chat room ali ao lado torna-se difícil...;-))

Publicado por: Mar em janeiro 4, 2005 11:07 PM

A tua estratégia é fantástica, Mar! "Se não sabes o que dizer, cala-te". Houvesse mais gente a seguir este princípio, e muito menos ruído havia no mundo (e intermináveis reuniões, e discursos de políticos).

Publicado por: 1poucomais em janeiro 4, 2005 11:20 PM

Esta postei-a em novembro passado (antes da pasta dentífrica):

Põe exagero em tudo o que fazes.

Does it suit your intentions?

Publicado por: cap em janeiro 4, 2005 11:30 PM

Hum...ok. A sério mesmo. O que eu tenho escrito na primeira página do meu moleskine. Não é lá muito oblíquo, mas é a minha forma:

'não penses mais nisso'.

Publicado por: catarina em janeiro 5, 2005 01:24 AM

Desculpem o atrevimento (sou novo nisto) mas sempre ouvi dizer que "Ficar parado é como recuar", aqui fica o meu modesto contributo.
>

Publicado por: NOlimiar em janeiro 5, 2005 03:07 AM

Se dúvidas houvessem, ficaram agora dissipadas (não post(ei) tudo.
2ª Tentativa..."Caminha o mais que puderes, chegarás lá um dia (e se te faltarem as forças, levanta um dedo que com companhia chegarás lá muito mais depressa)"

Publicado por: NOlimiar em janeiro 5, 2005 03:16 AM

Estão a aparecer aqui estratégias que apesar de parecerem antagónicas fazem sentido. Continuem.

Publicado por: derFred em janeiro 5, 2005 11:26 AM

"Se correr o bicho pega se ficar o bicho come"

Publicado por: vague em janeiro 5, 2005 09:21 PM

Mais uma:

'deixa cá ver o que acontece se carregar aqui'.

Publicado por: catarina em janeiro 6, 2005 01:49 AM

:D

Publicado por: derFred em janeiro 6, 2005 03:03 AM

Já cheguei até aqui no site:

"The Strategies were, then, a way to remind themselves of those habits of thinking - to jog the mind"

e estou a aproximar-me. O que escrevi antes pode ter de ser revisto e visto a esta luz que vai surgindo.

Publicado por: vague em janeiro 6, 2005 07:57 AM

Como dizia ontem o JP, são desbloqueadores.
O poder de síntese é fundamental.

Publicado por: derFred em janeiro 6, 2005 10:19 AM

duas estratégias:

- Viste? experimenta olhar de perto.


- Movimento é hábito: desconstroi o passo. desconstroi o gesto.

Publicado por: Glória em janeiro 6, 2005 02:55 PM

Glória do meu coração.
O que eu ando a dizer noutros blogues não é verdade. É de ti que eu gosto.

Publicado por: derFred em janeiro 6, 2005 06:49 PM

Gosto das tuas estratégias.
Mas depois vais ter de escolher só uma.

Publicado por: derFred em janeiro 6, 2005 06:50 PM

Francamente derFred! tão empenhados que nós estamos no teu amor com a Virgínia! Seu, seu...volúvel.
E depois, aqui nas ruinas, já quase nem te distingo do JP, mas afinal??

Publicado por: Mar em janeiro 6, 2005 08:15 PM

Sintetizando:
Antes de saltares do precipício recua e vai embora.

Publicado por: vague em janeiro 6, 2005 09:55 PM

:)

Publicado por: derFred em janeiro 7, 2005 01:27 AM

E esse sorriso lacónico agora é o quê? ;-)

Publicado por: Mar em janeiro 7, 2005 09:32 AM

Pronto, escolhi uma só e nem sequer é minha, mas o senhor já morreu e acredito que não se importaria de ser apropriado assim sem mais sem menos. a não ser que me digas assim não vale - (eu também gosto de ti) - mas é que penso nela, na estratégia, e está lá a vida toda

- Trata-se de cultivar, não de salvar...

Publicado por: Glória em janeiro 7, 2005 10:43 AM

Vou comprar cigarros mas volto.

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 11:03 AM

A sério.

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 11:42 AM

A malta espera.
A sério, vai lá ;-))

Publicado por: Mar em janeiro 7, 2005 12:14 PM

Lembrei-me agora que não fumo.
Sério ;)

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 01:03 PM

Em cima de uma passadeira de vidro sinto vertigens caio no andar de baixo levantam-me do chão estou no andar de cima.

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 07:55 PM

Tenho fome

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 08:06 PM

Atão, ò pessoal da copa? A senhora não está a propôr uma estratégia oblíqua. Quando é que saem esses bitoques?
O meu é mal passado, sff.

Publicado por: sharkinho em janeiro 7, 2005 08:37 PM

Eu estou a ser obliquamente anárquica, sharkinho.
Não estratégicamente;)
Mas de estratégias haveria tanto a dizer e eu aqui, cheia de sono :)

Publicado por: vague em janeiro 7, 2005 11:05 PM

Gosto desta obliquidade. Faz-me pensar.

Publicado por: derFred em janeiro 8, 2005 12:59 PM

Vê lá se te magoas...

Publicado por: sharkinho em janeiro 8, 2005 06:49 PM

Então
pensa.

Publicado por: vague em janeiro 9, 2005 03:20 PM

Pensa alto

Publicado por: vague em janeiro 9, 2005 03:20 PM

Tão alto também não, que a malta cá em baixo não consegue ouvir nada...

Publicado por: sharkinho em janeiro 10, 2005 08:08 PM

A minha estratégia oblíqua:
Onde queres chegar?

Publicado por: derFred em janeiro 30, 2005 04:49 AM