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junho 28, 2005

High-Tech-Lado

tecladob.jpg

Publicado por João Pedro da Costa às junho 28, 2005 04:23 PM

Comentários

Este percebi à primeira. :D

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 04:36 PM

LOL

Publicado por: Mi em junho 28, 2005 04:40 PM

És tão inteligente, amiguinho. :D

(É o teclado do acordeão do Quim Varreiros)

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 04:45 PM

(o do vacalhau?)

Publicado por: Mi em junho 28, 2005 04:51 PM

Confesso que não domino o seu reportório musical. Apenas sei que tem vigode (em Português: I saw Deus).

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 05:09 PM

Na minha óptica, há uma deriva das barras
para as margens, isto é, uma procura das franjas culturais, designadamente, literárias ou musicais.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 05:15 PM

JP, LOL

Fred, na minha óptica, há um empregado muito simpático que oferece t-shirts da varilux

Publicado por: Mi em junho 28, 2005 05:23 PM

fred, tens as franjas a precisar de um corte.

jpc, o post anterior está vom, emvora seja um vocado revuscado. Este está balente.

mi, o vacalhau querago, é um vom tempero...

Publicado por: PN em junho 28, 2005 05:27 PM

É entre o revuscado e o balente que se pode encontrar o limiar amplo da não conclusibidade.

Fred: reparra que tamvém há uma vusca epistémica das teclas no âmago do vinómio cultural subjacente à montagem das varras em plano suabemente inclinado. Não sei se isso te tinha escapado..

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 05:36 PM

JP, agorra falaste vem.

Publicado por: Mi em junho 28, 2005 05:51 PM

Na minha ilusão de óptica, não me tinha escapado essa inclinação ligeira das barras. Faz todo o sentido, uma vez que se trata de uma deriva. Não vou fazer aqui uma hermenêutica do high-tech-lado porque não vos quero tomar muito tempo, caros rádio-ouvintes, mas dá-se efectivamente um fenómeno de renúncia aos cânones, uma abordagem do outro-possível, que remete para o descaído.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 06:04 PM

E vamos agora abrir a emissão aos ouvintes.

Olá boa tarde, estou a falar com?

- António Patronilho.

E estás-nos a ligar de?

- Almada.

Muito bem. Tens alguma pergunta para o Fred?

- Pá, tenho. É assim: como que interpretas, nesta tua hermenêutica imagética, o facto de nessa imagem se ter reduzido o contraste cromático entre as teclas brancas e negras e o autor ter optado por uma ligeira gradação de cinzentos?

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 06:32 PM

Muitas vezes, caro ouvinte Patronilho, a fronteira entre o real e o irreal esbate-se. Na minha óptica, estamos perante um exemplo paradigmático da ocupação do espaço do real pelo irreal. Onde esperaríamos ver teclas negras (real) vemos teclas cinzentas (irreal-al). Mas logo à partida nos vemos confrontados com uma escolha entre o real (tão real-al) e o irreal (tão irreal). São teclas ou barras (o surreal-al)? No espaço irreal (al) teclas e barras podem coincidir, mas não no espaço real (al). Resumindo, a cor das teclas-barras não é contextualizante - esse processo ocorre no pensamento. O autor como que solicita ao espectador que construa esse contexto, tomando assim parte activa na criação da obra. Ou seja, a obra não está acabada mas é, isso sim, um processo constante, evolutivo e permutativo.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 06:54 PM

Fred! Tu estás a virar pedante. Que fizeste da tua modéstia?

Publicado por: Crítica Literária em junho 28, 2005 07:32 PM

Cala-te, que isto é o meu alter-ego a falar.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 07:45 PM

fred, agora dedicaste-te ao alter-egofilismo?
Tu tem cuidado não vás distender alguma coisa.

Publicado por: PN em junho 28, 2005 07:53 PM

Acho que fiquei com uma pubalgia.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 08:01 PM

- Boa noite.

Boa noite, estamos a falar com?

- Com a Veneranda.

E estás a ligar de?

- De Antuérpia.

Antuérpia?

- Antuérpia.

Antuérpia?

- Abtuérpia.

Ok. Tens alguma pergunta para o Fred?

- Tenho. Se a obra não está acabada, não se deveria pedir contas ao empreiteiro?

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 08:04 PM

Na minha óptica, o termo empreteiro é aqui utilizado alegoricamente, como um carro que embeleza a avenida em dia de festa. Empreteiro é aquele que cria, que possibilita a construção do objecto mental e físico no âmbito de um conjunto de coordenadas hiperdimensionais. Numa perspectiva exegética, é o Criador. Ora, ao Criador, não se pedem contas, entrega-se a alma.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 08:15 PM

fred, tens de fazer a minha declaração de IRS.

Publicado por: PN em junho 28, 2005 08:22 PM

LOL

Publicado por: Mi em junho 28, 2005 08:30 PM

Sim, é melhor dedicar-me à contabilidade, porque nem sei escrever empreiteiro.

Publicado por: Fred em junho 28, 2005 08:40 PM

Bem, última chamada. Olá, estou a falar com?

- Fred.

Fred?

- Sim, Fred.

Eh pá, mas isso vai-me estragar a pergunta que ia fazer agora que era saber se o Fred tinha alguma pergunta a colocar ao Fred. Fica esquisito.

- Lá isso fica.

Não tens outro nome?

- Tinha outro nick. Mas já não o uso: derFred.

Fred, és tu?

- Sim, sou eu. Resolvi telefonar e colocar uma pergunta a mim mesmo.

Euh, ok. Isto é um bocado confuso, mas chuta.

- Gostava de perguntar a mim mesmo (isto é: ao Fred), se ele (ou seja: eu) por acaso sabe (isto é: sei) as notas que estão relacionadas com cada tecla do teclado e se a respectiva afinação está consonântica com a sua (isto é: minha) visão escatológica do cosmos.

...

- Como é? Não respondes?

- Não. Prefiro que seja ele (isto é: eu).

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 28, 2005 09:49 PM

Fred, tu tens uma óptica e não dizias nada... Tem desconto para sócios do Benfica?

Publicado por: Jorge Morais em junho 28, 2005 10:20 PM

Tens uma gralha em suvjacente.

Publicado por: susana em junho 28, 2005 11:40 PM

Epá, enganei-me, era "sócios do Venfica"...

Já agora, o "Vacalhau quer alho" era do Saul, não do Quim Varreiros, embora sejam muito parecidos...

Publicado por: Jorge Morais em junho 29, 2005 12:28 AM

Jorge, como podes comparar o vigode do pequenito com o vuço do Quim?

Publicado por: susana em junho 29, 2005 12:35 AM

Querido Fred,
Na minha óptica, isto é um bocado embaraçoso e preferia que não tivesse acontecido, porque este súbito impulso exibicionista deixa-me, por assim dizer, despido. Nunca revelei ao grande público a minha visão escatológica do cosmos e menos ainda toda a problemática relativa à sua função diapasónica.
Mas, respondendo à minha pergunta, ainda que soubesse as notas do teclado, seria impossível afiná-las porque o cosmos é uma merda.

Publicado por: Fred em junho 29, 2005 01:52 AM

Reparo agora que a transcrição das milhas palabras está pejada de gralhas. Onde está b leia-se v e bice-bersa.

Publicado por: Fred em junho 29, 2005 01:55 AM

Milhas palabras
Que bonita expressão
Fui ao engano
E voltei sabichão

Publicado por: Fred em junho 29, 2005 01:59 AM

E é com esta bela quadra popular que terminamos a nossa emissão de hoje. Gostaria de agradecer ao Fred, aos ouvintes e restantes comentadores a sua presença e desejar-vos uma noite estupenda aqui na vossa Ruínas FM.

Fred, últimas palavras?

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 29, 2005 03:01 AM

Parece que se ficou pela quadra. Então voa noite. Gostei muito do bosso programa.

Publicado por: Mi em junho 29, 2005 03:25 AM

(LOOOOOOOL)

Publicado por: João Pedro da Costa em junho 29, 2005 03:56 AM

Fred, não sei se alguma vez te disse, mas és meeeeeeeeeeeeeesmo inteligente.

Publicado por: Crítica Literária e Frediana em junho 29, 2005 10:20 AM

susana,
mas o Saul só tinha dois dentes à frente (era vi-dente).

Publicado por: Jorge Morais em junho 29, 2005 11:07 AM

C. L. e F.: Poooooooooooois sou.

Susana e Jorge: Loooooooool.

Publicado por: Fred em junho 29, 2005 03:58 PM

Seus caralhotes

Publicado por: Zeca em julho 8, 2005 03:26 AM

Home Mortgage | Home Equity Line of Credit | HELOC | Ameriquest Mortgage | Lending Tree

Publicado por: Mortgage Refinancing em julho 16, 2005 10:33 PM