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março 11, 2006

Brokeback Mount Pain

Dói-me as costas. I wish i knew how to Hirudoid them.

Publicado por João Pedro da Costa às março 11, 2006 02:17 AM

Comentários

dói-me as costas ou doem-me as costas?

Publicado por: claudia em março 11, 2006 09:59 AM

E consegues sozinho?

Publicado por: maria arvore em março 11, 2006 01:35 PM

...

Publicado por: e em março 11, 2006 06:22 PM

Serra de Espinhaço de Cão - tradução de Brokeback Mountpain. Em alemão é Marzipan, simplesmente. Hiru Doid é um japonês fã dos Voidoids. Praticamente, é isto.

Publicado por: Fred em março 12, 2006 04:58 AM

A dor, vem nos livros, é agramatical. Obrigado Fred, pela explicação. Como sempre: conciso e transparente. Maria Árvore: não consigo não, daí o «wish». Hirudoid Android, como diriam os Radiohead.

Publicado por: João Pedro da Costa em março 12, 2006 02:53 PM

(tem sempre resposta para tudo)

Publicado por: claudia em março 12, 2006 08:34 PM

Nunca percebo as private jokes dos blogues! João Pedro da Costa e maria arvore, vocês estão a falar de auto-falátio?

Publicado por: atrasado em março 13, 2006 08:29 PM

Queria dizer, obviamente, "felátio". Achei melhor esclarecer, não vá o povo achar que era "flato".

Publicado por: atrasado em março 13, 2006 08:31 PM

Neste caso é mesmo falátio. É só conversa.

Publicado por: Fred em março 14, 2006 09:03 AM

Intrometo-me no falatório apenas para frisar aquilo que o João Pedro da Costa sabe que eu diria nestas circunstâncias.
Não digo, para não banalizar. Mas untaria sem hesitar o dói-dói do meu herói...

Publicado por: sharkinho em março 14, 2006 10:06 AM

"Há 60 anos Auschwitz foi substituido pelos Gulags" - Quitéria Barbuda in "Sociedades Comerciais", Revista “Espírito”, nº 4, 2005.

Publicado por: Brigada Bigornas em março 15, 2006 10:10 PM

Então? Não se apaga o comentário anterior como quem sorve um trago de água fresca numa seca tarde de verão? :D

Publicado por: zohia em março 17, 2006 12:16 PM

Dois pastores tinham um rebanho de meias. Um pediu ao outro que o enrabasse. O outro não queria. Mas ele insistiu, e tanto insistiu que o outro acedeu. Depois de fodido, quis foder o outro ao primeiro. Fodeu-se que o outro não quis, e ainda por cima lhe deu um chá de varas, bem curtido. Ao fim, quando recolheram ao curral, partiram a sociedade e cada um levou a parte que tinha do rebanho. Há sociedades que não resultam. Os carneiros, conhecem-se.

Publicado por: João Ribeiro em março 17, 2006 11:39 PM

qué?!

Publicado por: Mi em março 18, 2006 12:15 AM

Eu também tenho um rebanho de meias. Porém, como não pára de chover as putas das meias não enxugam e vou ter que ir só com os sapatos para o escritório.
As peúgas também se conhecem, embora às vezes se troque sem querer o par.

Publicado por: sharkinho em março 19, 2006 05:33 PM

Atão mas isto já entupiu outra vez?
Ò móinas, como é? Assim dás cabo no negócio à Quitéria, méne...

Publicado por: sharkinho em março 23, 2006 09:09 AM

Ó Costa! Ó Costa! Dá o Mote!
Tá aqui um manada a querer desnalgar-se á volta da fogueira e tu nada...atiça pá, atiça... se estás sem fôlego atira gasolina prá fogueira pá!

Publicado por: João Ribeiro em março 23, 2006 10:41 AM

(Shark) :)

Publicado por: Fred em março 24, 2006 03:21 AM

"A França é um país esclerosado cujos agricultores co0léricos não têm vergonha de viver à custa da PAC e os estudantes são jovens burgueses pançudos, que têm a pança na cabeça" - Quitéria Barbuda in "Povo Monga", Revista "Espírito", nº 31, 2006.

Publicado por: Brigada Bigornas em março 24, 2006 08:04 AM

Vês, vês? A política internacional, as questões da lavoura, as lipoaspirações e as lobotomias...
Um manancial de apelos à tua presença.
Faz-nos senti-la. (A presença.)
(Fred) ;)

Publicado por: sharkinho em março 24, 2006 02:48 PM

Jesus, ele anda mesmo desaparecido. Às tantas temos que pôr anúncios pelas esquinas...

Publicado por: claudia em março 24, 2006 08:13 PM

Eu já pus, Cláudia. Debalde.

Publicado por: Mi em março 26, 2006 12:36 AM

Tá mau. Tá mau.

Publicado por: claudia em março 26, 2006 08:56 PM

De balde?
Ah, já sei. Para a cola.

Publicado por: Fred em março 27, 2006 02:11 AM

Como tu me entendes, Fred :))

Publicado por: Mi em março 27, 2006 01:35 PM

eu na quero ir pá colinha :)

Publicado por: candida em março 27, 2006 07:11 PM

duh.

Publicado por: susana em março 27, 2006 10:04 PM

Daduh.

Publicado por: Fred em março 28, 2006 03:03 AM

kraftwerk?

Publicado por: susana em março 28, 2006 03:45 AM

Vergé

Publicado por: maria árvore em março 28, 2006 02:30 PM

Tenho que decifrar essa linguagem como quem descodifica os gatafunhos de um médico... Não sabem falar como gente?

Publicado por: claudia em março 28, 2006 08:50 PM

Mâché

Publicado por: Mi em março 28, 2006 10:51 PM

Eu prescrevo terapia da fala, imediatamente a seguir ao período de convalescença da pequena cirurgia estética na zona frontal da massa encefálica.
Muito ence e montes de fálica. Com anestesia bocal.

Publicado por: Dr Esqualo (Cirurgião) em março 29, 2006 10:24 AM

Conheci um corvo chamado Chiquinho. A dona, pouco dada a superstições, tinha-lhe negado o nome natural: Vicente. Pássaro temerário, ave de convívio fácil, apreciava, o Chiquinho, um voo de redondo pairar desde a varanda até à esplanda, e daí em salto pelo chão até ao jardinado quintal. Os clientes do restaurante pasmavam-se. Chiquinho bebia no alguidar de demolhar o bacalhau, à vista de todos ao sol, lavava o sovaco e molhava o cachaço de penas arrepiado espanejando salpicos pelos comensais das mesas chegadas, nestas roubava à clientela o pão, a carne e o sossego. Perseguia caricas e bicava sapatos. Punha-se a Dona em brasa quando a brigada aparecia: a Senhora não pode deixar animais selvagens por aí, olhe que eu encerro-lhe o restaurante...mas quê, o Chiquinho coitadinho, achado na estrada mais para morrer que para outro acontecer, era para ficar. E foi ficando, voando da varanda de zomba em volteio sobre a cabeça dos cães na vizinha, pousando, certeiro no alguidar, ou alarve nas mesas de almoçar. Era um mimo, penas negras a brilhar, sorriam-lhe os dias. A subir as escadas, degrau a degrau, de torno à rampa de lançamento esvoaçava um pouco e grasnava outro tanto, passo a passo, saltarico a saltarico. Também bebia, e foi essa perdição, traçadinhos de branco com gasosa. Fora a Dona menos samaritana para deixar cortar o travão ao bicho que de certeza fados e cantorias não faltariam. Com o grãozinho na asa até gatos perseguia, cãezinhos expulsava e abaixo de saias se mandava. Chiquinho! Gritava a Dona, -desgraçado que já estás bêbado. Chiquinho já para a varanda! E foi, foi dois degraus acima, um abaixo, e lá chegou. Mas naquele dia trocaram a gasosa habitual, o traçado estava forte ou o calor não se aguentava e Chiquinho nem parou, assim que lá chegou, mareado, esquecido da ordem de ficar, correu, correu e voou a direito. A direito como nunca o tinha feito, foi parar, sem gozo e para ficar, ao quintal da vizinha. Nem uma pena se pode aproveitar. Chiquinho! Chiquinho! Mal começaste, mal acabaste.

Publicado por: João Ribeiro em março 29, 2006 10:53 AM

O Chiquinho piava fininho.

Publicado por: João Pedro da Costa em março 29, 2006 11:49 PM

Visitem o meu blog!

Cumprimentos e as melhoras...

Publicado por: Nuno Martins em março 30, 2006 05:18 AM

Olha, o gajo tá vivo...
A ver se alguém limpa as teias de aranha desta sala de convívio, ò ilustre ausente.
E visitem o blogue dele! (Já que pediu com tanto jeitinho...)

Publicado por: sharkinho em março 30, 2006 10:46 AM

Tão fininho que finou.

(Shark, pessoalmente achei aquele ponto de exclamação um pouco agressivo. Tinha antes optado por um ponto de interrogação, ou umas reticências)

Publicado por: PN em março 30, 2006 12:46 PM

Tens razão, PN. Mas olha que o ponto de exclamação transmite a grande confiança blogueira do anfitrião potencial. Deve ser um blogue muito convincente.

Publicado por: sharkinho em março 30, 2006 10:09 PM

O João Pedro da Costa já piou.

Publicado por: claudia em abril 1, 2006 12:45 PM

“Para a Esquerda Portugal é um país formado, não por um povo, mas sim por subconjuntos de indivíduos que exigem a lei das quotas. As mulheres mais espertas não querem ir para a política, e a Esquerda quer agora obrigá-las. Qualquer dia ainda vai haver uma quota para os meninos da Casa Pia irem dar apoio à bancada do PS.” – Quitéria Barbuda in “O Corporativismo das Quotas”, Revista “Espírito”, nº 31, 2006.

Publicado por: Brigada Bigornas em abril 2, 2006 08:03 PM

ETIQUETA PRESA AO PRESUNTO DO CUNHAL PARA SER LIDA PELO SÃO PEDRO

" Informamos V.Exa. de que este facínora deixou um rasto de morte e destruição na sua passagem pelo planeta Terra, nunca tendo sido julgado pelos crimes que cometeu. Aconselhamos que seja enviado para o Inferno, para assim pagar pelos seus pecados "

Prior Milhas

Tribunal do Santo Ofício da RIAPA

ETIQUETA PRESA AO PRESUNTO DO Eugénio PARA SER LIDA PELO SÃO PEDRO

" Informamos V.Exa. de que este senhor apesar de escrever um poemas aceitáveis, teve sempre a alma negra devido à sua simpatia pelo social-fascismo. Deverá assim passar uma temporada no Inferno.

Com os melhores cumprimentos

Prior Milhas

Tribunal do Santo Ofício da RIAPA

Publicado por: Brigada Bigornas em abril 6, 2006 07:57 PM

Hakepfff

Publicado por: Mi em abril 8, 2006 04:11 AM

santinha!

Publicado por: susana em abril 8, 2006 04:30 AM

susana!

Publicado por: Mi em abril 9, 2006 02:07 AM

lá estás tu a chamar-me nomes.

Publicado por: susana em abril 9, 2006 02:17 AM

“O principal objectivo do Ensino é formar indivíduos úteis à Sociedade. É por isso que não tem de ser igualitário: os Pretos são úteis a abrir valas e na limpeza, e os Brancos são úteis para gerir a Nação. A Função da Matemática é separar as águas!” – Quitéria Barbuda in “Elogio aos Caucasianos”, revista “Espírito”, nº 11, 2005.

“O Principal Objectivo do Ensino é formar indivíduos que produzam para a Sociedade e que sejam saudáveis, para se poupar nas Baixas. Sendo assim, a Educação deve promover os alunos com melhores genes, para que num futuro dirijam com competência a Nação. Aos pretos, como são fortes e ágeis, devido às constantes fugas à polícia , estão-lhes reservadas as pás e as enxadas, porque são fracos de Inteligência – Quitéria Barbuda in “ Elogio da cor Branca”, Revista “Espírito”, nº 11, 2005.

Publicado por: Brigada Bigornas em abril 12, 2006 08:00 PM

ó diabo...

Publicado por: Mi em abril 13, 2006 12:06 AM

Apre!

Publicado por: Fred em abril 13, 2006 12:28 AM

tá bem, eu apro. ele é que não sei.

Publicado por: diabo em abril 13, 2006 01:33 PM

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Publicado por: guszjao em janeiro 31, 2007 06:15 PM

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Publicado por: 628m260sz9 em fevereiro 21, 2007 05:09 PM

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