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abril 28, 2009
Ponto Negro #34
Publicado por João Pedro da Costa às 11:50 AM | Comentários (0)
abril 23, 2009
Just As Long As You Stay With Me The Whole World Is My Throne
Um belo vídeo com montagens de fotografias de Bruce Davidson. Simples e eficaz.
Publicado por João Pedro da Costa às 01:25 PM | Comentários (1)
abril 20, 2009
Ponto Negro #33
Publicado por João Pedro da Costa às 10:36 AM | Comentários (3)
abril 18, 2009
Obrigado, Palhinha
Sempre achei piada aos Dirty Projectors. Apesar de ter despertado para a maluqueira de Dave Longstreth com RISE ABOVE de 2007 (um disquinho que virava do avesso onze temas do clássico DAMAGED dos Black Flag), foi com alguma surpresa que tenho andado a desbundar o novo BITTE ORCA que me soa a imensas merdas boas e misturadas como Of Montreal, Talking Head, The Ruby Suns ou Wolf Parade (mas isso deve ser de mim que sou um pouco mouco). 2009 está a ser um ano grande para a música indie: Animal Collective, Grizzly Bear e, agora, os Dirty Projectors. Para já, fiquem com este «Stillness Is The Move» que é assim, como quem não quer a coisa, a cena mais dançável, doida e bem-disposta que ouvi nos últimos meses.
Publicado por João Pedro da Costa às 12:10 PM | Comentários (1)
abril 16, 2009
Ponto Negro #32
Publicado por João Pedro da Costa às 11:50 AM | Comentários (0)
abril 15, 2009
Ponto Negro #31
Previamente testado: ninguém acha piada a este. Vai-se lá saber porquê.
Publicado por João Pedro da Costa às 04:17 PM | Comentários (3)
abril 12, 2009
Hoje acordei assim
Tirando os dois primeiros álbuns, e contrariamente à obra do filhote, é praticamente impossível arranjar o resto da discografia do Tim Buckley. Os desígnios da indústria discográfica são insondáveis.
Publicado por João Pedro da Costa às 11:30 AM | Comentários (5)
abril 09, 2009
Este post não é sobre o Dylan
Uma das coisas mais pantanosas que um gajo pode fazer depois de ter todos os discos, compilações e bootlegs com outakes do Dylan é começar a procurar gravações dos seus concertos. Com o surgimento do HTML, é possível ao comum dos mortais verificar que existem actualmente centenas de concertos do rapaz disponíveis para download. Desde que comecei a escrever este post, por exemplo, é bem mais do que provável que um sueco qualquer tenha feito o upload de um concerto da Rolling Thunder Review gravado pelo pai em Berlim no dia 11 de Janeiro de 1976 ou que um puto senegalês tenha colocado um completíssimo registo áudio do concerto que Dylan deu ontem em Paris.
O facto de Dylan andar pela estrada com a sua Never Ending Tour de forma ininterrupta desde o dia 7 de Junho de 1988 é, sem dúvida, um pau de dois bicos: tanto pode dar origem a grandes concertos como a valentes secas e desilusões. Desde 1958, Dylan actuou ao vivo mais de 2500 vezes e, desde então, apenas não terá pisado um palco em 1959 e 1973. Dessa forma, é importante perceber duas coisas: em primeiro lugar, que Dylan possui um muito interessante e singular percurso como performer que é paralelo à sua carreira discográfica; em segundo lugar, que nem sempre esses dois vectores estiveram em sintonia e em sincronia ao longo dos anos. Se o período cristão (1979-81) da obra de Dylan é irregular ao nível dos discos que produziu, o mesmo não se pode dizer dos concertos que cobrem esse mesmo período: nem mesmo no ano da sua famosa digressão pelo Reino Unido com elementos do que viria a ser os The Band (1966), na Rolling Thunder Review (1975-76) ou nos muitos concertos da Never Ending Tour (1988 até aos dias de hoje) é possível encontrar um Dylan tão regular e consistentemente arrebatador como o das suas actuações em 1979, ano em que, para grande espanto dos seus fãs (e o pequeno ódio de John Lennon), descartou todo o seu reportório para tocar apenas canções que falassem da sua recente conversão ao cristianismo.
Vejam que até um gajo como eu, que possui a mesma espiritualidade de um pardalito, pode deixar de ser sensível à forma como este Dylan Grande Reserva 1979 e a sua banda desbundam dois dos mais belos temas que um ser humano alguma vez escreveu como alternativa a uma ida à missa. Quando bem manipulado, o U2B possui todas as virtudes e os defeitos da minha catequese.
Publicado por João Pedro da Costa às 09:17 PM | Comentários (2)
abril 08, 2009
Ponto Negro #30
A pedido de muitas famílias (disfuncionais).
Publicado por João Pedro da Costa às 10:54 AM | Comentários (1)
abril 06, 2009
Bob Dylan: «I Feel A Change Comin' On»
Mais um tema de TOGETHER THROUGH LIFE veio parar ao HTML. Apesar de manter os mesmos ingredientes de Beyond Here Lies Nothin' (o acordeão vai ser definitivamente uma das marcas do disco), temos aqui um tema totalmente distinto: solar, diria mesmo matutino, uma das músicas mais alegres, belas e bem-dispostas alguma vez escritas pelo Dylan. A letra está cheia de versos espantosos, em que a sua marca é inconfundível: Dreams never did work for me anyway / Even when they did come true ou então este You are as porous as ever / Baby you can start a fire. Também é giro utilizar o nome do autor de ULISSES numa canção pop. Não há nada a fazer, vem aí um grande álbum.
I FEEL A CHANGE COMIN' ON (Bob Dylan, 2009)
Well, I'm looking the world over
Looking far off into the east
And I see my baby coming
She's walking with the village beast
I feel a change coming on
And the last part of the day's already gone
We got so much in common
We strive for the same old ends
And I just can't wait
Wait for us to become friends
I feel a change coming on
And the fourth part of the day's already gone
Well, life is for love
And they say that love is blind
If you wanna live easy
Baby, pack your clothes with mine
I feel a change coming on
And the fourth part of the day's already gone
Well now what's the use in dreaming
You got better things to do
Dreams never did work for me anyway
Even when they did come true
You are as porous as ever
Baby you can start a fire
I must be losing my mind
You're the object of my desire
I feel a change coming on
And the fourth part of the day's already gone
I'm listening to Billy Joe Shaver
And I’m reading James Joyce
Some people tell me
I got the blood of the land in my voice
Everybody got all the money
Everybody got all the beautiful clothes
Everybody got all the flowers
I don't have one single rose
I feel a change coming on
And the fourth part of the day's already gone
Publicado por João Pedro da Costa às 04:11 PM | Comentários (3)
abril 05, 2009
ThruYou

Um mano lembrou-se de levar as artes do sampling e do VJing para o U2B. O resultado é simplesmente maravilhoso. Preparem-se para ficar boquiabertos.
Publicado por João Pedro da Costa às 12:43 PM | Comentários (4)
abril 02, 2009
Como um homem correcto se transforma num homem corrector através do poder do cálcio




Publicado por João Pedro da Costa às 04:58 PM | Comentários (8)
Ponto Negro #29
Ai que da próxima vez que me sentir pressionado também vou fazer queixa ao Presidente da República.
Publicado por João Pedro da Costa às 12:00 AM | Comentários (6)
abril 01, 2009
Coisas
Duas. A primeira é mais uma prova de que o espírito do grande Gainsbourg reencarnou no corpo imundo do Sébastien Tellier. Se esta não é a cena mais coiso que já vi e ouvi na minha vida, vou ali e venho já. Dedico isto ao meu amigo André Figueiredo: tenho a certeza que vais adorar.
A segunda é menos coiso mas ainda assim. Em 2007, fui um dos parvos que perdeu tempo a ouvir o inconsequente MATINÉE, o disco de estreia de Jack Peñate. Ora bem, não sei o que deu ao rapaz, mas a verdade é que não há forma de o seu novo single me sair do raio da cabeça. Está ali algures entre a world music e o house, com um afro-beat contagiante e um baixo que, caramba, só está mesmo lá para criar dependência. Tudo isto é altamente suspeito, eu sei. Pelo sim, pelo não, já estou na lista de espera para uma lobotomia.
Publicado por João Pedro da Costa às 06:42 PM | Comentários (3)
Como um homem boçal se transforma num homem choco através do poder da escrita




Publicado por João Pedro da Costa às 12:20 PM | Comentários (14)